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CHIKUNGUNYA NA GRAVIDEZ

  • Dr. Marcos José Pires
  • 6 de fev. de 2019
  • 1 min de leitura

Com a chegada do calor e o alerta sobre os perigos da chikungunya, muitas mulheres grávidas ou que buscam a gravidez ficam mais preocupadas. E faz sentido: apesar de que não exista registros científicos de que uma paciente infectada antes da gravidez apresente um risco maior de ter um bebê afetado pela doença, o quadro é menos otimista para quem é infectada durante a gestação.

Principalmente nos três primeiros meses da gestação, período em que qualquer infecção viral pode trazer complicações ao desenvolvimento do feto.

Por isso, uma campanha de prevenção é necessária: aconselhamos que você elimine focos de proliferação do Aedes aegypti, instale mosquiteiros nas portas e janelas e, em caso de uma eventual infecção, busque auxílio médico e nunca tome remédios sem orientação profissional.


Quanto ao uso de repelentes de insetos, utilize aqueles que contenham icaridina com 20 ou 25% de concentração, sem perfume, nas áreas descobertas do corpo. O tempo de reaplicação e o uso após aplicação de protetor solar devem seguir as especificações do frabricante. Ao aplicar o repelente, seja generoso, homogêneo e repetitivo. Você pode aplicá-lo também sobre as roupas.


 
 
 

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